Num conjunto absoluto ou subjetivo, somos ou pensamos sermos racionais? Somos ou pensamos e, se pensamos, quem somos, ou simplesmente, pensamos!? Alugamos por 9 meses, com raras exceções, a bolsa maternal, ficamos confinados, ligados ao cordão umbilical, dependente do sexo frágil, para mais tarde acharmo-nos superiores e machões!
Trocamos a bolsa maternal pela bolha social, explosiva, estressante e mutiladora de sentimentos! A cada minuto, segundo, prestes a explodir e mostrar o lado obscuro do ser! A inocência digladiando com o infortuno das transformações sociais!
As máscaras tendem a caír diante da ebulição do caldeirão social que, fragmentado, derrama resquícios sobre todos na sociedade.
Na mão ou contramão, o cenário vai moldando e roubando a inocência, destruindo famílias, corroendo o amor, destruindo vidas em nome do modismo!
Quem somos ou pensamos ser, projeto ou ato concreto!?
A fenda social, parece-nos, é cada vez mais profunda, expondo uma realidade crua e cruel, distante do que queremos e desejamos como sociedade!