Quem deve negar o direito ao cidadão de bem se proteger? O juiz, o promotor, o advogado, o delegado, a polícia, os bandidos, o Estado? Ninguém!
Aquele que reúne as condições legais para obter a propriedade e/ou o porte de arma de fogo, seja para sua autodefesa, de sua família e seu patrimônio, não pode ter obstado este direito, o qual nada mais é do que a garantia fundamental à vida, à segurança, à liberdade! O atual monopólio da força pelo Estado é ineficaz.
Hoje no Brasil ocorrem mais de 60.000 assassinatos por ano, apesar de uma rígida legislação antiarmamentista, o que significa que o desarmamento do cidadão de bem não funciona. Arma não mata, mas sim quem puxa o seu gatilho.
Há inúmeras mortes no trânsito, vamos proibir os carros? Diversas pessoas são mortas com golpes de faca, devemos proibir as lâminas? Não gosta de arma? Simples, não compre.
Aquele que venha a cometer algum ilícito, deve ser responsável por seus atos, entretanto, isso não significa que o direito à vida, à segurança, à autodefesa, à liberdade, seja retirado por àqueles que não suportam a ideia do indivíduo em si mesmo, ser o bem mais precioso de uma sociedade.
Uma sociedade desarmada é presa fácil para tiranos.