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| Fique alerta: levar o pet para o trabalho pode se estressante para ele |
| Rivaldo Gomes/Folhapress |
| Veronica Jany com sua cachorra Filomena: dia comum no escritório |
A cena é a seguinte: uma bolinha de tênis quica em alguns escritórios, seguida por um cachorro tentando abocanhar o objeto. Na outra ponta, um funcionário arremessa a bola para ver o cão correr ainda mais. É nesse clima de descontração que muitas empresas funcionam.
A presença de animais ainda não é uma prática comum, mas o incentivo a levar os bichos de estimação ao trabalho tem aumentado. A prática é conhecida como "pet friendly" ou "pet day". Tanto chefes quanto empregados afirmam que ação ajuda na interação das equipes, o que beneficia o trabalho na empresa em geral. Cada um cuida da comida e da sujeira do animal.
Na Mars, fabricante de ração animal, a presença de bichos é diária. Filomena, a Filó, uma buldogue francês de dois anos, frequenta a Mars desde os 3 meses de idade. A "mãe" dela, a gerente de RH (recursos humanos) Verônica Jany, 36 anos, trata a cachorra como a irmã de Daniel, o primeiro filho dela. "Hoje tive uma reunião e esqueci de botar água para a Filó. Quando saí, o potinho dela estava cheio. O pessoal ajuda a cuidar."
Nina, uma border collie, não sai do lado da dona, estagiária Julia de Domenico, 22 anos. "Ajudou na minha integração, há um ano." No último dia 11, a MSD Saúde Animal, que desenvolve medicamentos e serviços para saúde animal, tinha cerca de 50 cachorros no escritório no Morumbi (zona oeste de São Paulo).
Raquel Pinto Lopes, 39 anos, gerente de assuntos regulatórios, levou a cachorra Lori, uma border collie de 7 anos. "Afeta meu dia de forma muito positiva", diz a gerente.
O Elo 7, site de compras, fará o segundo "pet day" em 1 de junho. "Tivemos que pensar na logística e nas pessoas que têm alergia. Mas o trabalho todo compensou", diz Aline Garcia, do RH.
Escritório vira extensão da casa
A cena é a seguinte: uma bolinha de tênis quica em alguns escritórios, seguida por um cachorro tentando abocanhar o objeto. Na outra ponta, um funcionário arremessa a bola para ver o cão correr ainda mais. É nesse clima de descontração que muitas empresas funcionam.
A presença de animais ainda não é uma prática comum, mas o incentivo a levar os bichos de estimação ao trabalho tem aumentado. A prática é conhecida como "pet friendly" ou "pet day". Tanto chefes quanto empregados afirmam que ação ajuda na interação das equipes, o que beneficia o trabalho na empresa em geral. Cada um cuida da comida e da sujeira do animal.
Na Mars, fabricante de ração animal, a presença de bichos é diária. Filomena, a Filó, uma buldogue francês de dois anos, frequenta a Mars desde os 3 meses de idade. A "mãe" dela, a gerente de RH (recursos humanos) Verônica Jany, 36 anos, trata a cachorra como a irmã de Daniel, o primeiro filho dela. "Hoje tive uma reunião e esqueci de botar água para a Filó. Quando saí, o potinho dela estava cheio. O pessoal ajuda a cuidar."
Nina, uma border collie, não sai do lado da dona, estagiária Julia de Domenico, 22 anos. "Ajudou na minha integração, há um ano." No último dia 11, a MSD Saúde Animal, que desenvolve medicamentos e serviços para saúde animal, tinha cerca de 50 cachorros no escritório no Morumbi (zona oeste de São Paulo).
Raquel Pinto Lopes, 39 anos, gerente de assuntos regulatórios, levou a cachorra Lori, uma border collie de 7 anos. "Afeta meu dia de forma muito positiva", diz a gerente.
O Elo 7, site de compras, fará o segundo "pet day" em 1 de junho. "Tivemos que pensar na logística e nas pessoas que têm alergia. Mas o trabalho todo compensou", diz Aline Garcia, do RH.