| Bruno Freitas/Noroeste |
| Marcelo Davolos e Rogério Neves (dir) com o técnico Betão Alcântara (centro) |
Com a data de integração e exames médicos marcada para o próximo dia 15 de junho, o Noroeste apresentou, ontem, dois novos membros da comissão técnica. O preparador físico Rogério Neves, 34 anos, especialista em treinamento desportivo e que estava atuando no Club Atlético 3 de Febrero, na primeira divisão do Paraguai, e o treinador de goleiros Marcelo Davolos, 42 anos, ex-Monte Azul, que passou por importantes clubes, tanto como jogador quanto preparador físico. Ambos já trabalharam com o técnico noroestino Betão Alcântara.
Rogério Neves é natural de Cuiabá (MT) e é formado e pós-graduado em educação física. Antes de ter trabalhado fora do País, foi preparador físico na comissão técnica de Betão Alcântara no Olímpia. "Conheço o método de trabalho do Betão e fazemos uma preparação física integrada, com a parte física, técnica e tática. No Noroeste não será diferente. A expectiva de trabalhar aqui em Bauru é a melhor possível, pela tradição e a história do clube, pela torcida e pelo objetivo de conquistarmos grandes coisas pelo clube", comentou o novo membro da comissão, responsável por deixar os jogadores em forma para a Copa Paulista, que começa em 3 de agosto, diante do Rio Claro.
Já Marcelo Davolos, natural de Araras (SP), é um ex-goleiro com passagens por grandes clubes. Começou no próprio União São João de Araras, nos anos dourados da equipe, na década de 90. Por lá, inclusive, chegou a vir jogar em Bauru e enfrentar o Noroeste na Série C do Brasileiro. Jogou também no Guarani de Campinas, América-MG, Caldense, Vila Nova, Ipatinga, Bahia, Vitória da Conquista, Asa de Arapiraca e Ceará.
Fora das quatro linhas, como treinador de goleiros, Davolos atuou no Grêmio Barueri, no União São João, Velo Clube e na Internacional de Limeira, em 2014, onde conheceu o Betão Alcântara e trabalharam juntos pela primeira vez. Davolos atuou também com Betão no Marília, na A2, e no Rio Preto, na A3. Depois, trabalhou na Caldense, Monte Azul e Fernandópolis.
"O Noroeste é um time onde todo mundo quer trabalhar. A força do clube é muito grande. No Monte Azul, nas duas últimas disputas da Série A3 contra o Noroeste, vimos o estádio aqui (Alfredão) sempre lotado. E chamou muito a atenção ao ver, ano passado, os torcedores enchendo o estádio lá de Monte Azul. Eles viajaram de Bauru até lá e apoiaram o time até o último minuto. E saíram de lá comemorando, emocionados. Foi marcante. A estrutura do Noroeste é muito boa e tenho certeza que vamos fazer um bom trabalho", disse Davolos, pela assessoria de imprensa alvirrubra.