Valho-me do pensamento de Patrícia Coelho (reflexões sobre a mentira e a covardia), cujo conteúdo cai como luva sobre aqueles em os sendo, não possuem galhardia e, covardes, não assumindo em nome próprio uma crítica aberta e nominal contra quem discordam, usam de textos ladinos e indiretos para o reforço das mentiras sem as quais não vivem, mas comprovam que nada são, senão, apenas isto mesmo, covardes e mentirosos: "Mentirosos são pessoas covardes.
Minuciosas a ponto de acreditarem em suas próprias mentiras, não tendo vida real e própria, vivem a do alheio evitando o contato de suas próprias misérias nelas contidas.
É covarde aquele que omite o seu Eu. Mente apoiando-se em máscaras. Um dia, todas elas caem."
E estão caindo, uma a uma.