09 de julho de 2026
Geral

Alunos conquistam 3 troféus em final nacional da 'F1 nas Escolas'


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Já imaginou construir um carro de Fórmula 1? Esse desafio foi encarado por seis alunos de 11 a 13 anos da FourC Bilingual Academy, que desenvolveram um protótipo para a competição internacional F1 nas Escolas (F1 in Schools). O resultado foi a construção de um modelo em escala reduzida de um carro de Fórmula 1, feito de um material especial, fornecido pela F.I.A., capaz de percorrer uma pista de 20 metros em uma média de 1,075 segundo, o que deu à equipe o título de carro mais veloz entre as 12 equipes participantes no Brasil, na final que aconteceu neste mês, em São Paulo.

A equipe B.E.S.T, formada pelos alunos Luciano B. Ferraz, Samir Shayeb Neto, Enzo Simão de Souza, João Pedro P. O. Beber, Felipe F. P. S. Sanchez e Pedro F. Bonora, trouxe para Bauru três troféus: o segundo lugar nacional, o título de carro mais veloz e o de equipe com melhor espírito esportivo. Com isso, os alunos garantiram uma vaga para a etapa mundial da competição em Singapura, que acontecerá em setembro deste ano.

Durante o trabalho, os alunos contaram com o apoio dos professores Francisco Ferreira e Daniel Brozoski.

Para Francisco, o desafio proporciona que o aluno utilize conhecimentos sobre engenharia, aerodinâmica, gestão de projetos, branding, liderança, marketing, uso de mídias sociais, captação de patrocínios, estratégia financeira e trabalho em equipe.

Para os alunos, a experiência desenvolveu habilidades que eles dificilmente desenvolveriam dentro de uma sala de aula. "Eu sonho em me tornar um designer gráfico, e participar de um projeto como o F1 in Schools está sendo essencial para essa minha descoberta pessoal. Já estou aprendendo a trabalhar com softwares de design profissionais, como o Corel Draw e o Adobe Illustrator", contou Samir Shayeb, 13 anos.

Já para Enzo Simão, 12 anos, o projeto extracurricular trouxe conhecimento de conteúdo, mas também habilidades como, por exemplo: organizar o seu tempo entre os estudos da grade curricular e o projeto. "É sair da zona de conforto, buscar o conhecimento, aplicar e avaliar resultados, buscando sempre melhorias e inovação. Na verdade, a gente só consegue entender a importância de um projeto Steam (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics) como esse, quando participa de um. É uma visão ampla de tudo".