CONFIANÇA
A barra anda tão pesada que a educação e cana nos corruptos acabam ficando num segundo ou terceiro plano. A prioridade é a segurança. Segurança e saúde. No futebol, fala-se muito em qualidade da equipe, esquema tático, preparo físico, análise de desempenho, estrutura e o escambau mas o mais importante é a tranquilidade. O Corinthians sofreu um desmanche mas parece não ter se abatido. Não está dando show de bola e nem vexame. Aliás, vem crescendo de rendimento porque o time vem ganhando confiança o que aconteceu com o São Paulo, irregular no primeiro semestre. Já no Santos isso não acontece. É quarta força do futebol paulista, precisa de reforços mas não é um timeco. Não deve nada ao Inter, Fluminense, Vasco, Botafogo. Foi mais ofensivo e teve mais posse de bola nas derrotas para América-MG e Cruzeiro, porém, afetado pelo nervosismo e ansiedade nos passes e finalizações. Pior do que elenco não qualificado é a falta de confiança. Ah, a vitória do Cruzeiro foi justa.
DECISIVO
O gol da vitória sobre a Chapecoense foi o sétimo de Romero em sete partidas, sendo seis nos últimos três jogos do Corinthians. De renegado a ídolo. O garoto Pedrinho brilhou e o chileno Araos teve boa estréia. O Timão jogou bem só no primeiro tempo
INJUSTO
Achei o Flamengo melhor do que o Grêmio, principalmente no segundo tempo. Não foi justo o empate em Porto Alegre pela Copa do Brasil.
EM ALTA
O Sendi/Bauru Basket iniciou o Paulista com tudo. Depois do América, a vítima foi o Mogi de Guerrinha que levou autêntica surra de basquete. Time do Estadual é melhor do que do NBB.
COPINHA
O jogo Audax x Taboão da Serra, esta noite em Osasco, abre a Copa Paulista, reunindo clubes das séries A1, A2 e A3. O campeão pode escolher a Copa do Brasil ou o Brasileiro da Série D em 2019. O vice disputará uma dessas competições. A rodada inaugural tem o dérbi paulistano Portuguesa x Nacional, domingo no Canindé. A Lusa não perde para o Naça há 60 anos. A última derrota foi em 1958 (4 a 2), quando o time da Barra Funda disputou a Primeira Divisão pela última vez (ler memória).
MEMÓRIA
Paulistão de 1958: Santos 10 x 0 Nacional, na Vila Belmiro, gols de Pelé 4, Guerra 3, Dorval 2 e Urubatão. Árbitro: Juan Brozzi. Santos: Manga; Getúlio e Feijó; Ramiro, Urubatão e Zito; Dorval, Álvaro, Guerra, Pelé e Pepe. Nacional: Valentino; Nino e Mário; Gonçalves, Pixo e Roderlei; Edgar, Jorge, Lavorato, Elson e Vasco.
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço taxista corintiano Sidnei Dionísio.