Na época de estiagem como agora, no inverno, deveria os governantes, federal, estados membros, Distrito Federal e municípios se concentrarem em como lidar com a natureza, em especial como reservar águas das chuvas. Não necessita de burocracia para um raciocínio tão lógico. Fácil e "barato".
Para estocar as águas das chuvas que caem em abundância na época das chuvas que normalmente ocorrem no verão, basta um tratorista, um auxiliar e uma máquina retro escavadeira para, durante a época de seca, alargar e aprofundar os rios e lagos.
Na terra firme, na baixada, não necessita concretar o solo e nem de engenharia que exige cálculos matemáticos. Conscientizar os proprietários das terras e regulamentar é tarefa do governo. Não há necessidade de bilhões de reais para tal providência.
Não existe lei da natureza que impede alargar e aprofundar o solo ou desviar o curso da água com maquinaria para estocar águas das chuvas. Não é "pecado" estocar as águas que caem durante o verão em abundância que nos são dados pela natureza.
É saber tirar o proveito que a natureza nos oferece. É saber usar a inteligência humana. É para a sobrevivência humana. A água da chuva, que é "doce" e não estocada simplesmente se escoa para o mar que é "salobra", impossível para o consumo humano.
Os nossos representantes do povo, deputados federais, estaduais e vereadores deveriam se unir com os representantes dos estados membros, os governadores e prefeitos municipais para, juntos, levarem ao conhecimento do Governo Federal para sairmos da pobreza por falta de água.
Sinceramente, a falta de água não pode ser o motivo para a pobreza e nem pode servir de propaganda eleitoral.
Deve, isto sim, com uma simples lei ordinária sem rodeios, entrar em ação, isto é, "mãos à obra", e fazer o que precisa fazer. Basta um "homem-tratorista" e uma "máquina retroescavadeira".