Por meio de suas contas no Twitter, Trump e Obama lamentaram a morte de McCain. “Meus mais profundos sentimentos e respeito vão para a família do senador John McCain. Nossos corações e orações estão com você!”, disse Trump na rede social.
Também por meio de sua conta no Twitter, Barack Obama lembrou que ele e McCain pertenciam a diferentes gerações, tinham “origens completamente diferentes” e que, apesar das diferenças, competiram “no mais alto nível da política”.
“Nós compartilhamos, apesar de todas as nossas diferenças, uma fidelidade a algo mais elevado - os ideais pelos quais gerações de americanos e imigrantes lutaram, marcharam e se sacrificaram”, disse Obama.
“Poucos de nós foram testados do jeito que John foi, ou teve de mostrar o tipo de coragem que ele tinha. Mas todos nós podemos aspirar à coragem de colocar o bem maior acima do nosso. John nos mostrou o que isso significa. Por isso, estamos todos em dívida com ele”, acrescentou o ex-presidente democrata ao enviar condolências à família do republicano.
União Europeia
A alta representante para a Política Externa da União Europeia (UE), Federica Mogherini, destacou neste domingo que o senador era um firme defensor de relações transatlânticas robustas entre os Estados Unidos e o bloco europeu.
"O senador McCain foi um homem de Estado respeitado que dedicou sua vida ao serviço público com integridade, princípios e grande senso de dever. Era um verdadeiro defensor da importância de uma relação forte entre a UE e os EUA em temas como segurança e prosperidade e como pilar de uma ordem global regularizada", afirmou Mogherini em comunicado.
A chefe de diplomacia europeia ressaltou ainda que tinha sido um "privilégio" poder cooperar com McCain ao longo dos anos, e enviou suas condolências de parte da UE tanto à sua família quanto ao povo americano.