Quando falamos em perfeição lembramos de Jesus Cristo, que embora fosse o símbolo de perfeição, meteu o relho nos vendilhões do templo, que queriam fazer da religião um comércio.
O eleitor é perfeito? Trabalhador, honesto, bom pai, bom filho, bom marido, respeitador das regras sociais e de convivência?
Difícil, não é? Para o candidato é a mesma situação, porque ambos são frutos da mesma sociedade.
Ou podemos esperar até o ano de 4038 quando o ser humano começará usar 34% de seu cérebro e perderá toda noção de maldade e ódio, segundo a vidente búlgara Baba Vanga (1911-1996).
Então, devemos votar em quem?
Enquanto aguardamos a humanidade fazer essa travessia, devemos votar nos menos piores (que dureza!) e que Deus ajude todos nós!