OUTRO TABU
O principal destaque da rodada 28 é o clássico São Paulo x Palmeiras no Morumbi, confronto direto pela liderança. Com três empates seguidos o Tricolor caiu do 1º para o 3º lugar, com 52 pontos. Já o Alviverde, invicto no Campeonato Brasileiro sob a batuta de Felipão, é o líder com 53 pontos, não computado o jogo do Internacional contra o Sport que seria disputado ontem. Os rivais devem ter a força máxima. No Choque Rei desta noite os palmeirenses tentam quebrar outro tabu, o de ganhar dos são-paulinos no Morumbi. A última vez que isso ocorreu foi no Torneio Rio-São Paulo de 2002, com a vitória de 4 a 2. Naquele clássico o meia Alex marcou um gol de placa ao dar um chapéu em Rogério Ceni. Recentemente o Verdão encerrou um jejum de 17 anos sem chegar às semifinais da Libertadores.
PREOCUPANTE
O Cruzeiro é mais forte que Boca Juniors mas seria melhor uma semifinal brazuca. Segundo velho discurso no futebol, time que quer ser campeão não pode escolher adversário, mesmo assim preferia que o próximo jogo do Palmeiras na Libertadores fosse contra o time celeste e não o xeneize. O Cruzeiro lutou até o fim no empate que o eliminou mas foi muito nervoso e foi pouco criativo. Porém, a arbitragem deixou a desejar, como sempre acontece em jogos dos hermanos, que mandam na Conmebol. Estou preocupado com Palmeiras e Grêmio porque farão de tudo por uma final argentina
EXAGERO
Quando Tonho Sanches apitava na várze, o banco traseiro de um fusca levava o juiz e dois bandeirinhas. Para a final da Copa do Brasil, 4ª feira, a equipe da arbitragem precisará de um ônibus, porque terá pelo menos 18 caras
ATRAÇÃO
O clássico de amanhã entre Liverpool e Manchester City vale a liderança da Premier League e é o assunto na Inglaterra. Estão esgotados até os ingressos nos cinemas. A telona mostra o jogo
DÚVIDA
"Meu candidato vai para o 2º turno mas não deve se classificar". A dúvida é do Teixeira, corintiano, noroestino, parquinhense, cartolense, Rei do PVA
MEMÓRIA
Final da Libertadores de 2000: Palmeiras 0 x 0 Boca Juniors, no Morumbi. Nos pênaltis, Boca 4 x 2. Árbitro: Epifánio González. Palmeiras: Marcos; Rogério, Argel, Roque Jr. e Júnior; César Sampaio, Galeano e Alex; Pena (Basílio), Marcelo Ramos (Asprilla) e Euller. Técnico: Felipão. Boca Juniors: Córdoba; Ibarra, Samuel, Bermúdez e Arrubarrena; Bataglia, Traverso, Basualdo e Riquelme; Schelloto e Palermo. Técnico: Carlos Bianchi
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço Biro, Tiganá, todos do Redentor.