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| Moradores de Botucatu devem evitar água parada em vasos |
Botucatu - Os agentes da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) de Botucatu (100 quilômetros de Bauru) visitaram 2.400 imóveis neste mês e constataram que 1,4% dos imóveis visitados estavam com larvas de Aedes aegypti. Esse levantamento tem por objetivo verificar a quantidade de mosquitos transmissores das principais arboviroses (dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela urbana) e identificar nos imóveis quais são os recipientes que contribuem para a proliferação do mosquito. A classificação é um sinal de alerta.
"Ainda não temos estas doenças circulando em nosso município, mas é necessário adotarmos todas as medidas para mantermos baixos os índices de infestação do Aedes aegypti, principalmente entre a primavera e verão, período de maior proliferação deste vetor. Nossa preocupação é entre os meses de fevereiro a abril, quando há maior transmissão da dengue, chikungunya e zika vírus", explica Valdinei Campanucci, supervisor de Serviços de Saúde Ambiental e Animal.
O levantamento aponta que 80% dos criadouros do mosquito transmissor eram recipientes que não poderiam ser descartados por terem utilidade para os moradores ou pertenciam a estrutura do imóvel, como vasos e pratos de plantas, pequenos reservatórios de água (tambores e latas que armazenam água da chuva para uso posterior), bebedouro de animais, ralos e calhas. Como foi feito o mapeamento das áreas de risco, a VAS irá intensificar as visitas dos agentes de combate as endemias nos meses de outubro, novembro e dezembro. Em janeiro haverá nova avaliação para direcionamento das ações.