O professor de história da Política Externa da FAAP David Magalhães expõe sua preocupação com a escolha do diplomata Ernesto Araujo para ocupar o cargo de ministro das Relações Exteriores, sob várias alegações, entre elas a de que as ideias do futuro chanceler reproduzem em vários momentos os argumentos do filósofo Olavo de Carvalho.
Certamente o professor estava muito confortável e despreocupado quando as ideias da filósofa Marilena Chauí, uma confessa odiadora da classe média, reproduziam a falida política externa brasileira, notadamente bolivariana, durante as gestões de Lula e Dilma.
Ernesto Araújo reflete bem o pensamento dos eleitores de Bolsonaro, já que é crítico da esquerda e defende o "nacionalismo ocidental".
Seja bem-vindo, chanceler!