10 de julho de 2026
Geral

Advogado Estevan Pegoraro concorre a prêmio no Supremo Tribunal Federal


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O acordo aprovado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no começo deste ano, que ressarce perdas nas cadernetas de poupança causadas por planos econômicos há cerca de 30 anos, pode render, agora, o Prêmio Innovare 2018 para o advogado e empresário bauruense Estevan Pegoraro, presidente da Frente Brasileira de Poupadores (Febrapo). A cerimônia será nesta quinta-feira (6), às 11h, na sede do próprio STF, na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF). 

Malavolta Jr.  
 
Advogado Estevan Pegoraro concorre a prêmio  

Promovido desde 2004 pelo Instituto Innovare, a Febrapo, presidida por Pegoraro, é uma das finalistas do 15° Prêmio Innovare, categoria Advocacia, com o caso do acordo nacional entre poupadores e bancos sobre os planos econômicos. Inclusive, a conciliação foi enaltecida por Dias Toffoli, em um de seus discursos de posse como presidente do Supremo. 

O órgão destaca que, junto com a Advocacia-Geral da União (AGU), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Febrapo idealizou o acordo para colocar fim a mais de um milhão de ações judiciais que discutem perdas dos poupadores com os planos econômicos Bresser, Verão e Collor 2 há mais de 30 anos.

Estevan Pegoraro destaca que a indicação ao Prêmio Innovare é sinal de prestígio. “É um grande reconhecimento pelo trabalho realizado por todas as entidades envolvidas na elaboração e execução do acordo, inclusive a Febrapo. O Prêmio Innovare é considerado o Oscar do Direito, então nos traz muita alegria estar entre os finalistas”, comentou o advogado bauruense, que também é presidente do Esporte Clube Noroeste.

Maior premiação da área jurídica do Brasil, a 15ª Edição do Prêmio Innovare conta com seis categorias: Advocacia, Juiz, Tribunal, Ministério Público, Defensoria Pública e Justiça e Cidadania. Neste ano, 654 práticas de todo o Brasil concorreram ao prêmio, sendo as 12 finalistas escolhidas pelos membros da comissão julgadora da premiação, composta por ministros do STF e STJ, procuradores, juízes, promotores, defensores públicos, advogados e professores.