O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta segunda-feira que os "eventos da última semana perturbaram profundamente a nação", referindo-se aos protestos dos coletes amarelos, e disse acreditar que pode encontrar uma saída para os problemas atuais do país. "Em 18 meses, não consegui dar uma resposta ao mal-estar dos últimos 40 anos. Sei que algumas das coisas que eu disse machucaram as pessoas", disse, em pronunciamento à nação.
Como medidas de contenção, Macron anunciou aumento de 100 euros por mês no salário mínimo do país e isenção de impostos para horas extras. Além disso, ele afirmou que pretende cancelar parcialmente o aumento do imposto social e informou bônus extras de fim de ano para os trabalhadores franceses.
presidente francês, Emmanuel Macron, se comprometeu nesta segunda-feira a reduzir impostos para aposentados e elevar o salário mínimo em janeiro, mas se recusou a retomar uma tributação sobre fortunas, no momento em que busca responder a uma onda de protestos que desafiaram sua autoridade.
"Nós responderemos à urgência econômica e social com medidas fortes, ao reduzir impostos mais rapidamente, manter nossos gastos sob controle, mas não com reviravoltas", disse Macron ao falar à população em pronunciamento à nação transmitido pela televisão.