| Fotos: Reprodução/Facebook |
| Gilson foi destaque ao vivo, ontem, na Rádio Nacional do Rio |
| De Bauru, Gilson foi para o Rio em 1992: arte e ambientalismo |
O programa "Tarde Nacional", da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, tornou-se a primeira plataforma de lançamento do álbum "Gilson Dias Acústico".
O músico de Bauru, radicado na capital fluminense, foi entrevistado ao vivo pela apresentadora Luciana Valle na tradicional emissora fundada em 1936 - e que, hoje, integra a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Nascido em Adamantina, mas com passagens por Marília e família em Bauru, Gilson contou como foi parar no Rio. "Por conta da Eco-92 [Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento]. Estava em Maceió, onde encontrei Luiz Melodia, de quem também pude abrir show por lá, e ele fez convite para que eu participasse".
Gilson lembrou que ficaria dois dias apenas na Eco-92, mas isso acabou "virando 15".
"Fiz produções de shows daquela época e fui ficando no Rio, cidade que tem muito a ver com a ambientalismo a que sou muito ligado: que chama para o dia, para o esporte, para a vida...".
MINAS E MAIS
O músico destacou, entre suas influências, Kiko Zambianchi (de quem também abriu shows e se tornou amigo), toda a turma mineira do Clube da Esquina e, claro, a sonoridade marcante do pop dos anos 80 (que embalou noites de apresentações de Gilson com voz e violão).
Ainda no programa da Rádio Nacional, apresentou três das 11 músicas autorais de seu disco: "Deixa", "Eu Vi" (única cuja composição é em parceria, com Mário de Júlio, e "Presente").
Após essa primeira divulgação o plano é repetir o procedimento em São Paulo, Capital, e estruturar um circuito de shows para 2019.
Bauru, claro, onde tudo começou, está nos planos.
SERVIÇO
Gilson Dias mantém página no Facebook (https://www.facebook.com/gilsondias.br) onde atualiza informações sobre seu álbum acústico.