Decreto foi assinado por Mourão estendendo a funcionários e assessores políticos de segundo escalão a possibilidade de classificar documento oficial como ultrassecreto. Ou seja, um balde de água fria na Lei de Informação que ajudou em muito no combate a corrupção. E qualquer "assessorzinho" de presidente, governador ou de prefeito pode negar informações públicas para os cidadãos.
O Banco Central faz consulta pública para retirar parentes de políticos de uma lista de monitoramento feito pelo Coaf. Essa intenção se colocada em pratica só vai facilitar os laranjas e a lavagem de dinheiro.
E pergunta-se: é essa a moralidade, a transparência e a nova política apregoada pelo Bolsonaro na campanha eleitoral? E o ex-juiz e agora ministro da Justiça Sergio Moro? Por que se calas? Aliás, maldito é o homem que confia no homem e mais malditos ainda são aqueles que acreditam em supostos "heróis"...
Ou seja, Bolsonaro já vai repetindo o estelionato eleitoral que a Dilma Rousseff praticou na reeleição de 2014. É cedo demais!
E cresce a simpatia com a postura nacionalista e ponderada do vice Mourão no mercado, no Congresso e até em setores da oposição.
PS - Aqui em Bauru precisamos criar o Troféu "Doutor Gaveta". Vai servir para algumas "autoridades" que arquivam e engavetam tudo.