Os comunistas não aceitam derrotas ou qualquer tipo de revés, não existe nada além do seu próprio mundinho. Sendo assim, para eles, pode ser a verdade mais perfeita e absoluta, se não é comunista, logo é descartada.
Do contrário, pode ser a pior coisa do mundo, sendo comunista, aí vale. Há quem diga: comunismo é doença. Agora, atacam o governo Bolsonaro. O homem nem bem começou a limpar as cacas produzidas nos últimos cinquenta anos, como pode? Na minha modesta opinião, o Mito está fazendo pouco. Em seu lugar, eu faria muito mais. Bolsonaro não é um estadista. Aliás, o maior estadista brasileiro de todos os tempos chama-se Dão Pedro II. Não surgiu nenhum outro depois dele. A República não produziu um único estadista seque. Se tivesse, a primeira coisa a ser feita seria destruir a República.
Estadista pensa no futuro; logo, saberia que, com esta República, o Brasil não tem futuro algum. Nós, brasileiros, vivemos dispersos em nossa própria terra, porque não temos consciência da nossa própria essência que é monárquica.
Diante do exposto no parágrafo anterior, aqui minha sugestão a qual deveria chamar Declaração Do Povo Brasileiro: 1) Nós, povo brasileiro, declaramos restaurado o Império do Brasil, a república extinta, portanto; 2) Somente os membros da Casa Imperial Brasileira são dignos da chefia do Estado Brasileiro; 3) Restauram-se os artigos 2 e 145 da Constituição de 1824; 4) Todos os anos da república serão passados a limpo; 5) É proibido o comunismo em todo território brasileiro. 6) Deverá ser feito um Pacto Social no país, tal como foi feito na Espanha pós Franco; 7) É extinto o Estatuto do Desarmamento.
O artigo 2 da Constituição Imperial prescrevia: "O Brasil é formado pela união dos cidadãos". E na Constituição de 1988, por ironia, chamada de "constituição cidadã", o "Brasil formado pela união indissolúvel dos Estados, Municípios e Distrito Federal". A erro fatal começa aí. estados, municípios, distrito federal são entidades abstratas; logo, só existem no mundo virtual, jamais no mundo real.
A República relegou o cidadão a segundo plano. O cidadão, este de fato existe. A república é uma insanidade, vivemos em tempos de loucura; trocamos o concreto pelo abstrato. O artigo 145 dizia: "todo brasileiro tem a obrigação de pegar em armas para sustentar a independência e a integridade do Império e defendê-lo das ameaças externas e internas". Opa! O crime é uma ameaça interna; logo, se temos de defender a integridade do país, temos de utilizar qualquer tipo de arma. Sem essa de "armas privativas das forças armadas".
Defender a própria vida ou propriedade é um direito, mas defender a família ou a sociedade é um dever. O estatuto do desarmamento tem de ser extinto, portanto. Um fator é alguém, num surto psicótico, cometer crime; outro fator é viver do crime; logo, quem vive do crime não obedece ao estatuto do desarmamento. O porte tem de ser liberado para todos os cidadãos de bem. Uma coisa que tem de ser passado a limpo no Brasil é a privatização da Vale. A empresa valia 100 bilhões de dólares na época, mas foi vendida a "preço de banana". Princípio do direito penal; ninguém pode beneficiar-se de um crime. Foi um crime de lesa pátria. Fiquemos por aqui.