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“Um grito de liberdade ecoou”. Com esse grito, o bloco Estação Primavera pisou no Sambódromo de Bauru, neste sábado (2). O grupo, último da sua categoria a desfilar, chocou ao retratar o preconceito de raça, gênero e religião.
Tanto que a Comissão de Frente nada mais era do que escravos sendo violentamente açoitados. Aliás, a temática e a estrutura do bloco quase o aproximaram de uma escola de samba.
Responsável pelo grupo, Adílio do Nascimento Ferreira defende a conscientização. “O bloco saiu para dar voz a quem não tem”, complementa, com a emoção de quem sente, na pele, o preconceito.
O técnico em edificação Diogo Eduardo Santos, de 30 anos, foi destaque de uma das alas, que, ao todo, abrigaram 165 integrantes. “O preconceito restringe a nossa liberdade”, enfatiza.
Agora, será a vez das escolas de samba Tradição da Bela Vista e Mocidade Unida da Vila Falcão mostrar a que vieram.
| Cinthia Milanez |
| Estação Primavera finalizou a participação dos blocos na primeira noite de desfiles |
| Cinthia Milanez |
| Estação Primavera trouxe o samba-enredo "Um grito de liberdade. Meu canto é resistência, respeito" |
| Cinthia Milanez |
| Bloco Estação Primavera cantou sobre a luta das mulheres, dos negros, das religiões |
| Malavolta Jr. |
| Bloco Estação Primavera |
| Malavolta Jr. |
| Bloco Estação Primavera |
| Malavolta Jr. |
| Bloco Estação Primavera |