09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Ufos na França

Professor Gilberto Sidney Vieira
| Tempo de leitura: 2 min

Há uma vasta gama de avistamentos na França. Para este texto não ficar extenso demais, dando espaço a outras publicações sobre assuntos diversificados na coluna, vamos nos limitar a apenas dois casos proeminentes, envolvendo militares que são treinados para interpretar todos elementos físicos que habitam o espaço aéreo.

Em 1977, o então tenente aviador Hervé Giraud (hoje, coronel) estava pilotando um caça Mirage IV, no crepúsculo, numa altitude de 10.000 m. Ele viu uma luz muito forte que vinha em altíssima velocidade, frontalmente. Ele fez uma manobra de evasão para a direita, evitando colisão fatal. O ufo desapareceu repentinamente.

Retornou segundos após, para sumir de vez. Segundo Giraud, o ufo parecia metálico, do tamanho de uma jamanta de 18 rodas. Tinha o formato de 2 pires invertidos, voltados um para o outro. Tinha a cor cinza na parte superior e azul-escuro embaixo, sem janelas visíveis. Giraud afirma que nenhum avião poderia voar numa velocidade impressionante e executando manobras em ângulo reto. O ufo ultrapassou a velocidade do som. Portanto, deveria ter provocado o famigerado estrondo enorme, o que não ocorreu. Nenhum som foi ouvido, voava silenciosamente.

Em 9/12/1979, às 9h15 da manhã, na cidade de Dijon, o capitão aviador Jean-Pierre Fartek, piloto habitual de caças Mirage III, no jardim de sua residência, junto com sua esposa, viram "ex-abrupto" um ufo de 20 m de diâmetro e 7 m de altura.

Era um dia ensolarado. O ufo voava a 3 m do chão em lugar gramado. Subia e descia continuamente. Depois acelerou rumo ao zênite. Em velocidade muito superior a um caça Mirage. Em 1996, para registrar o evento no "Relatório Cometa", o major-general Denis Letty, da força aérea francesa, entrevistou Fartek e sua esposa. Fartek declarou peremptoriamente que, antes do avistamento, não cria em ufos. Agora, não duvidava da existência real de tais objetos voadores.

Em 2002 o general Thouverez, comandante da força aérea francesa, reconheceu publicamente que inúmeros ufos foram vistos no céu francês e que esses objetos mereceriam um estudo científico sério. Segundo Thouverez, os ufos demonstraram, nos estudos de relatórios da força aérea francesa, sinais de evidência, ecos nos radares, sinais no solo, fotografias, fenômenos eletromagnéticos etc. Demonstrando que o fenômeno ufo é real e não o resultado de fantasia. Os ufos são silenciosos, têm capacidade de voos impossíveis de serem replicados por aviões fabricados por nós, terrestres.