O que aconteceu? A Língua Portuguesa já é complicada, aí vem duas senhoras que se dizem 'presidentas' e parte da mídia aceita. Sei que há uma flexibilização para tal, mas em minha época de escola aprendi que palavras e profissões terminadas em ente, tipo o/a estudante, o/a escrevente, são substantivos comuns de dois gêneros. Agora, fica difícil falar a pacienta, a estudanta, inteligenta... Nem o corretor ortográfico de meu notebook aceita. Na atualização ortográfica atual, conseguem nos confundir um pouco mais ao tirarem o trema que distinguia as pronúncias (fonética) das palavras linguiça e preguiça.
Num País onde se escreve seu nome com S (Brasil), esperar o quê? Não há uma letra Z em nosso alfabeto? É C, Ç com valor de S, SS, G com com valor de J, letra morta H em início de palavras etc. Só falta aparecer alguém para acabar com o substantivo sobrecomum e dizer que a vítima é a mulher e o vítima é o homem.