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| Exame clínico de avaliação final de 2018 do curso de Medicina |
A Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da Universidade de São Paulo (USP) comemora nesta sexta-feira (17) 57 anos. Para marcar da data, na entrada principal da instituição, haverá uma solenidade às 8h com a presença de integrantes da comunidade universitária do câmpus, como dirigentes, professores, alunos e funcionários. O evento vai contar com o hasteamento das bandeiras e execução do Hino Nacional.
A comunidade universitária será recepcionada por Carlos Ferreira dos Santos, diretor da FOB/USP, e Guilherme Janson, vice-diretor da FOB, com a presença da professora da faculdade, Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, que, hoje, é pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária da USP.
| Exame com microfone sonda, realizado pela Fonoaudiologia |
O diretor Carlos Ferreira dos Santos diz que falar da FOB é motivo de orgulho pelo fato de ele ser ex-aluno e por ver a pujança da faculdade no contexto nacional e internacional. "Mas o que mais me orgulha como gestor é ver a relação da FOB com a cidade e com a comunidade, que é quem nos mantém por meio do pagamento de impostos. Isso foi construído ao longo dos 57 anos de história e não há um bauruense que não conheça a sigla FOB. Ele sabe o que é a FOB e o que é a USP, e respeita".
RESPEITO
Santos pontua que esse respeito foi conquistado junto à sociedade bauruense, principalmente do Estado de São Paulo, em especial o Departamento Regional de Saúde 6 (DRS-6), que compreende Bauru e mais 67 municípios.
"Isso ocorre em função dos benefícios que a população sente diretamente a partir das atividades de ensino, pesquisa e extensão indissociáveis. Por ter cursos na área da saúde, a população percebe com mais facilidade essa proximidade e o benefício com tudo que é gerado em termos de conhecimento na instituição e é transferido para a sociedade".
O diretor afirma ainda que a instituição se mantém em evidência pelas boas ações praticadas e na formação de profissionais cirurgiões-dentistas, fonoaudiólogos e, agora, médicos. E também na pós-graduação: com mestres, doutores e especialistas formados.
Para Carlos Santos, isso somente foi possível em virtude das bases dadas pelos antecessores e fundadores. Por isso, ele acredita que a atual gestão tem o dever de, no mínimo, manter esse nível de excelência que foi criado, mas sempre pensando em implementar as melhorias na instituição.