São Paulo - O dólar voltou a fechar em queda nesta terça-feira, após subir em nove dos 14 pregões deste mês, acumulando valorização de 6,05% em agosto. O real acompanhou o enfraquecimento do dólar no mercado internacional, tanto perante divisas fortes, como em relação a emergentes, como o México, Colômbia e África do Sul. Medidas de estímulos de governos ao redor do mundo e a perspectiva de adoção de cortes de tributos pelos Estados Unidos ajudaram a acalmar os ânimos dos investidores, que aguardam o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) no simpósio de Jackson Hole, na sexta-feira. O dólar à vista fechou em queda de 0,37%, a R$ 4,0510.
IBOVESPA
Depois de ter enfrentado períodos de volatilidade pela manhã desta terça-feira, o Índice Bovespa passou a oscilar em torno da estabilidade no período da tarde e assim ficou até os últimos minutos do pregão desta terça-feira. Acabou por encerrar a sessão aos 99.222,25 pontos, em baixa de 0,25%. Os negócios somaram R$ 15,4 bilhões.
Sem notícias domésticas que pudessem tracionar as ações, o mercado internacional, manteve-se como principal referência para os negócios por aqui. Com as bolsas europeias e americanas em queda, não houve fôlego para o Ibovespa sustentar um avanço além dos 99 mil pontos.