Professora na escola estadual Francisco Antunes, Vila Seabra, em Bauru, Arlinda Kerche pôde reviver o festival ao conferir o filme no estádio. "Os depoimentos que estão no documentário, as músicas... Tudo remete a um passado incrível", sintetiza.
"Eu fui bem jovem. E olha que meus pais deixaram", conta, feliz. "Teve, sim, gente pelada, maconha e também desespero, mas por outro motivo: a chuva. Ah, e nada de briga". Pelo contrário: "Muito beijo na boca, Ypióca no gargalo e som de primeira."