09 de julho de 2026
Geral

Uso de cinto no banco de trás vai a 73%


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O índice de uso do cinto de segurança entre passageiros nos bancos traseiros aumentou nas principais rodovias da região de Bauru após cinco anos. Segundo pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), em agosto de 2019, 73% das pessoas que estavam no banco de trás usavam o dispositivo no momento da abordagem. Em 2014, esse índice era de 56%.

Já em relação ao uso do equipamento entre motoristas e passageiros do banco dianteiro, o percentual há cinco anos era de, respectivamente, 93% e 90%. Em agosto de 2019, a pesquisa foi refeita e a atualização dos dados apurou que houve significativo aumento do uso do equipamento nas rodovias da região de Bauru: 97% dos motoristas e 93% dos passageiros do banco dianteiro.

Este novo levantamento integra as mais de mil ações promovidas ou apoiadas pelo governo do Estado na Semana Nacional do Trânsito. que começou na última quarta (18) e se estende até 25 de setembro.

"Avaliamos os resultados da primeira pesquisa e vimos a necessidade de intensificar as campanhas educativas, principalmente em relação ao cinto de segurança no banco de trás onde poucas pessoas viajavam com o equipamento", comenta Viviane Riveli, coordenadora de Segurança Viária da Artesp.

Desde a primeira pesquisa, a Artesp vem trabalhando permanentemente o tema do cinto de segurança em suas campanhas e em materiais educativos que são distribuídos nas rodovias paulistas, em escolas, universidades e em municípios parceiros.

SIMULADOR

Como principal ação de conscientização, a Artesp desenvolveu, em 2015, um "simulador de impacto", equipamento interativo que reproduz o efeito de uma batida de carro e reforça a percepção sobre a importância da utilização do cinto. O aparelho já percorreu 109 municípios paulistas e foi testado por 45 mil pessoas, que passaram pela experiência e receberam informações sobre os riscos de trafegar sem o cinto de segurança.