08 de julho de 2026
Nacional

Ministro da Defesa diz que 'Focos de incêndios diminuíram'

Agência Brasil
| Tempo de leitura: 1 min

Palmas - O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, sobrevoou quinta-feira (3) algumas das áreas da região amazônica onde, desde o fim de agosto, militares, brigadistas e servidores de outros órgãos públicos lutam contra os focos de incêndio que atingem a Amazônia Legal (região composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins).

Após sobrevoar localidades do sul do Pará e do noroeste do Tocantins, o ministro disse ter observado um menor número de focos de incêndios - fato que ele atribuiu às ações de combate a incêndios desenvolvidas no âmbito da Operação Verde Brasil e à "conscientização da população".

SATISFEITOS

"Estamos muito satisfeitos", disse Silva a jornalistas. Para o ministro, as autoridades públicas das três esferas devem aprender com a Operação Verde Brasil e evitar que uma situação semelhante à verificada este ano se repita. Executada por militares das Forças Armadas, a operação conta com a ação coordenada de agentes de órgãos de controle ambiental e de segurança pública federais, estaduais e municipais.

"Temos que colher os ensinamentos, particularmente os deste ano, em que nos debruçamos em relação ao problema ambiental. Tenho certeza de que os governos federal e estaduais, e também os municípios, com seus órgãos de fiscalização ambiental, farão uma análise ao fim das ações para que estes focos de incêndio diminuam no próximo ano", comentou Silva, lembrando que a operação segue quase até o fim deste mês.

UMA EUROPA

"Prorrogamos [os trabalhos] até o mês de outubro para consolidar os resultados. Ainda estamos na época de seca, mas as chuvas estão chegando e isto vai ajudar muito", disse o ministro da Defesa.

De acordo com Silva, a maior dificuldade encontrada pelos militares é o tamanho da área de atuação. "Ela é maior que a Europa Ocidental. Há dificuldades logísticas, mas estamos indo muito bem. Até porque as Forças Armadas têm uma capilaridade muito grande na Amazônia Legal", destacou.