Quando pensamos e imaginamos que todos são iguais, que todos têm o mesmo direito, o mesmo tratamento, batemos de frente com um script irreal, distante da realidade.
Vivemos um verdadeiro apartheid social, de desigualdade ao atendimento na área de saúde.
O tempo médio de espera para exames, cirurgias e atendimento de alta complexidade demoram no mínimo um ano, sem contar a internação, para nós eternos mortais.
Sem contar que, em muitos casos, se não é a mobilização popular e a solidariedade não haveria arrecadação de valores para realização de cirurgias e tratamentos no exterior. Muitas vezes nem com mandatos judiciais os objetivos são alcançados!
Que pena que você, Mané, Zé, Tião, Chicão, trabalhadores que produzem, não têm o mesmo tratamento e acesso aos grandes hospitais e tratamentos top.
Parece-nos o côncavo e o convexo em relação ao tratamento dispensado ao nosso presidente, senadores, ministros e deputados...
Que diferença, até parece que são vidas diferentes, que me fizeram nos lembrar da lista de Schindler!
Que pena!