07 de julho de 2026
Esportes

Tite tenta fazer Brasil bater Argentina e encerrar jejum


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Após quatro jogos sem vitórias, em um incômodo jejum que começou após a conquista do título da Copa América, a Seleção Brasileira enfrenta a Argentina nesta sexta-feira (15), às 14h (de Brasília), em Riad, na Arábia Saudita, onde o técnico Tite espera encerrar a má fase e recuperar a paz que o troféu continental havia lhe dado anteriormente.

Nesta quinta-feira (14), o treinador reconheceu que o fato de estar prestes a encarar Lionel Messi, de volta após cumprir suspensão aplicada pela Conmebol, lhe tira o sono. "Continuo sem dormir direito para neutralizar um jogador com capacidade extraordinária", afirmou.

Tite aposta na força do coletivo da Seleção para anular o camisa 10 argentino. "Ele é um jogador diferente, tem qualidades técnicas impressionantes. Mas a gente nunca neutraliza um jogador assim, diminuímos as virtudes", aposta.

No último encontro entre as duas seleções, o Brasil venceu por 2 a 0, no Mineirão, na semifinal da Copa América, no início de julho. E Tite admite que bater o adversário de novo tem um peso enorme, embora seja em um amistoso. "É um jogo especial na história do futebol internacional. O próprio nome diz, é Superclássico. E um campeonato à parte "

O comandante também se negou a confirmar a formação titular. Apesar do mistério feito por Tite, a única dúvida maior da Seleção para o amistoso é em relação ao substituto de Neymar, que não foi convocado por estar lesionado. Willian e Richarlison disputam pela vaga aberta pelo astro do Paris Saint-Germain.

ARGENTINA

Pelo lado argentino, Messi espera poder conquistar uma espécie de vingança, pois foi suspenso por três meses depois de ter disparado críticas pesadas à Conmebol e insinuar que havia um esquema corrupto para favorecer o Brasil na Copa América. O astro criticou a arbitragem da semifinal em que sua seleção foi eliminada e chegou a dizer que "não deixaram a Argentina chegar à final".

O técnico Lionel Scaloni celebrou nesta quinta o retorno do astro à equipe nacional, mas evitou exibir euforia ao negar que esteja vendo a equipe comandada por Tite em má fase. "O Brasil não está em crise nem nada, segue sendo perigoso, segue sendo Brasil. Mas nós como equipe estamos mais consolidados. Isso é indubitável, isso nos dá tranquilidade", enfatizou.