Sugiro à Câmara e ao Senado a adoção do critério dos condomínios, onde prevalece o bom senso. Só votam aqueles em dia com as obrigações financeiras.
O "Projeto de Lei Anticrime", de Sérgio Moro, em trânsito na Câmara, primeiro foi engavetado, depois desidratado. Perdeu o rigor do seu conteúdo e é lentamente analisado. Sabe por quê? Todos votam.
É voz corrente que um terço dos deputados estão envolvidos com a lei e não são impedidos de votar em causa própria, acrescidos de alguns que pensam "amanhã serei eu", daí o descaso, a descaracterização, os votos contra, sabotando o combate à corrupção.
Até no Supremo acontecem fatos inaceitáveis, a exemplo do presidente do STF, Dias Toffoli, ex-advogado do PT que, ética e moralmente, não deveria votar.