10 de julho de 2026
Geral

Para MP, caso Sabino deverá ser apurado apenas na Justiça Militar


| Tempo de leitura: 1 min

As circunstâncias da ocorrência que culminou nas mortes do sargento Luciano Agnaldo Rodrigues e do cabo e judoca Mário Sabino Júnior, no final de outubro, em Bauru, devem ser apuradas pela Justiça Militar. Essa é a posição do Ministério Público (MP) remetida à Justiça, que ainda não decidiu a questão.

O caso foi levado ao juízo pela Polícia Civil depois que a cabo Águida Heloísa Barbosa Rodrigues, 47 anos, não compareceu à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para prestar depoimento, há cerca de um mês. Esposa do sargento, ela é considerada peça-chave para a elucidação das circunstâncias das mortes.

Águida, no entanto, não foi autorizada pelo Comando da Polícia Militar (PM) a fornecer informações à Polícia Civil, que instaurou inquérito próprio para investigar o caso. Para a corporação, como trata-se de fato que envolve apenas militares da ativa em situação de atividade, não havendo, ainda que minimamente, qualquer indício de envolvimento de civil, o caso é de crime militar, conforme prevê o Código Penal Militar, cuja apuração se dá pela Polícia Judiciária Militar.

FARDADOS

Em entrevista concedida com exclusividade ao Jornal da Cidade, a advogada da policial, Mariana Storniolo Chioramital, informou que Agnaldo e Sabino morreram fardados, sendo que Águida era a única dos três desarmada e que não estava em serviço. A cabo também foi única dos envolvidos cujo exame residuográfico deu negativo, acrescentou.