09 de julho de 2026
Turismo

Praia Branca: sem 'barulheira'


| Tempo de leitura: 2 min

A Praia Branca lembra praias do litoral norte. A faixa de areia é mais curta. Existem poucas barracas de comida, cerveja e pastel. Você não vai ouvir música alta ou aquelas caixas de som (que estão em alta há pelos menos uns três anos nas praias mais movimentadas). O som, quando vem, não é estridente. Às vezes, você vai ouvir um reggae; outras, um forró.

Ariovaldo Pires de Camargo,  57 anos, saiu com a família da zona leste de São Paulo para descansar na Praia Branca. "É uma praia muito diferente. Não tem aperto, não é barulhenta, o mar parece limpo. Este é um lugar para descansar de verdade", disse. "Além de a praia ser um pouco isolada, as paisagens são lindas", completou a filha, Bruna Aldrey de Paula Camargo.

A Praia Branca não é lotada de gringos, mas é certo que você vai encontrar pelo menos um dando um mergulho por lá. Na semana em que a reportagem esteve na praia, o chileno Jaime Olive, 29 anos, deixou peças de roupa e mochila na areia enquanto foi dar o seu mergulho - que demorou mais de 20 minutos. Quando Olive voltou para a areia, pasmem, tudo estava no mesmo lugar. "A praia é linda. E achei bastante segura."

A presença de policiais não é ostensiva, mas existe uma base da PM por lá. Quem for no esquema "bate e volta" pode almoçar na Praia Branca. Pratos feitos com peixe não custam mais de R$ 30. Os pastéis são gigantes - podem ser divididos por duas pessoas - e saem a partir de R$ 10. Como de praxe, é mais caro beber. Cervejas long neck custam de R$ 8 a R$ 10.

Já quem quiser passar alguns dias, pode optar por ficar em uma pousada (R$ 150 a diária, em alta temporada). Os locais prezam pela simplicidade. Ainda é possível acampar na praia (o camping sai de R$ 30 a R$40 a diária). "Sempre quis acampar. A estrutura daqui é muito boa. Passei noites muito tranquilas", contou Gustavo Claudino, de 21 anos. Existem também opções de locação via Airbnb.