Essa história já foi publicada neste espaço, mas vale relembrar. Então, vamos lá!
Como já é hábito anualmente, amigos e companheiros da Base, novamente nos organizamos e fomos ao encontro dos peixes que já são difíceis de serem pescados, mas, como somos teimosos e gostamos de aventuras fomos nos hospedar no Rancho do Toto, em Bonito (MS) no período de 20 a 27/08/2016.
Na sexta feira, às 21h, saímos de Bauru em frente a residência do Paizão, uma pessoa maravilhosa (Paizão de todos), que em função de ter colocado uma prótese no joelho desta vez não pode ir, assim como nossos queridos amigos Miro e Nelsinho, por problemas particulares.
Com chuva, chegamos no sábado à tarde no rancho, nos acomodamos e alguns companheiros já estavam tomando algumas cervejas e bastante alegres pela viagem ter sido tranquila, até porque o nosso motorista e dono da Van (Kombi) Rogério é e sempre foi uma pessoa de extrema responsabilidade no que concerne ao transporte de passageiros para quaisquer regiões.
De domingo até terça-feira, muito frio e, por infelicidade, a energia acabou na terça à tarde e só retornou na quinta. Imaginem que ninguém tomou banho nesse período, mas estava legal pra caramba, pouca pescaria, muita cerveja, pinga com carqueja, que auxilia no rejuvenescimento da pele, caipirinha de vodka, whisky, alimentação muito boa, pagode da melhor qualidade com o nosso cronner Dudu e a maestria do toque da timba pelo nosso amigo Vardema (Tio).
Cabe também comentar que os quartos foram distribuídos pelas características de cada amigo. Por exemplo, quem ronca no quarto de baixo e os demais distribuídos de igual forma, ou seja, aqueles com excesso de gases, os que são sonâmbulos e os que falam durante o sono (kkkkkkkkkk). Adivinhem quem dormiu no quarto de baixo? Não posso falar, só posso comentar que o barulho era tão alto que se ouvia perfeitamente nos quartos de cima.
Também descobrimos na ida da nossa viagem que havia um atleta que, obviamente sem treino algum e sem patrocinador, conseguiu ganhar uma medalha de ouro em saltos ornamentais, uma performance atlética do mais alto gabarito que, legitimamente ,foi ovacionado pelos demais companheiros: "É ouro, é ouro, é ouro, é ouro" por que será né...
A nossa caravana, que foi denominada "Amigos do Nhenhenhem" em alusão a uma letra de um pagode, foi formada pelos companheiros Toninho Pina, Bilima, Garça, Valdir Rípia, Beluca, Borba (Borboleixon), Dudu, Inça, Thuck, Jiló, Tio/Vlade e Tetsuo. E aqui fica o meu agradecimento pelo companheirismo, amizade e solidariedade a todos mencionados nessa singela História de Pescador.
Antonio Adelino Pina Furtado (Toninho Pina)