09 de julho de 2026
Nacional

Titular da Funarte defende presidente e Lei Rouanet

Estadão Conteúdo
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Brasília - O presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Dante Mantovani, defendeu nesta quinta-feira (16) o uso da Lei Rouanet e disse que o presidente da República Jair Bolsonaro "está valorizando a arte como nunca antes na história do País". Para Dante, a tradicional lei de incentivo à cultura sofre preconceitos e, por isso, precisa ser aprimorada.

Bolsonaro sempre foi um crítico da Lei Rouanet. Em março, ele a classificou como "uma desgraça" por, supostamente, servir para captar "a classe artística e pessoas famosas para apoiar o governo". No mês seguinte, o governo federal apresentou mudanças na lei e reduziu o valor máximo possível de ser captado de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão, permitindo, contudo, que o teto fosse de R$ 10 milhões anuais para proponentes com até 16 projetos.

Nesta quinta-feira, Dante Mantovani elogiou a lei e a postura do governo federal junto à cultura. "A Lei Rouanet é boa. Ela tem que ser aprimorada, como está sendo. Foi ampliado o teto de captação, como nunca antes, para R$ 10 milhões. A administração Bolsonaro está valorizando a arte como nunca antes na história do Brasil", sustentou, durante apresentação do plano de metas da entidade para este ano.

Mantovani declarou ainda que existiu muito preconceito contra a lei "por causa de alguns erros", mas complementou que, "não é por causa disso que temos que acabar com a lei". O presidente da Funarte foi além e afirmou que, atualmente, o preconceito maior está junto às empresas.

"Existe preconceito da empresa principalmente do setor contábil, mas o governo vê com muitos bons olhos empresas que aportam recursos à lei".