11 de julho de 2026
Política

Deputado aplaude posição de Bolsonaro em defesa da chamada 'pílula do câncer'


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O deputado estadual Ricardo Madalena (PL), parlamentar atuante na Assembleia Legislativa cuja base (região de Santa Cruz do Rio Pardo e Sul do Estado) é a mais próxima a Bauru, ressalta o recente posicionamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, em defesa da liberação da chamada "pílula do câncer". Madalena é pioneiro na luta pelos testes com a substância da fosfoetanolamina sintética ou, como é popularmente conhecida, a "pílula do câncer".

Em entrevista na semana passada, em Brasília, o presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a defender a liberação da "pílula do câncer". "Tem certas coisas que não dá para esperar. A Anvisa não pode protelar por muito tempo a liberação de pautas [liberação da pílula do câncer] que interessam à sociedade," afirmou o presidente, referindo-se à recomendação da agência pelo veto da pílula do câncer. Quando deputado, Bolsonaro aprovou a liberação do medicamento para tratamento de pacientes terminais, mas o Supremo barrou a decisão por julgar não haver eficácia comprovada.

"O presidente Jair Bolsonaro é um grande defensor da pílula [do câncer]. Nossa luta é para que testes sejam realizados com a fosfoetanolamina. Ter o presidente da República nesta luta é uma grande oportunidade de adiantarmos o processo [da realização de testes]", diz Madalena.

Em 2019, Ricardo Madalena encaminhou ofício solicitando audiência com o presidente Bolsonaro e teve um encontro com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, para tratar do orçamento futuro sobre a segunda fase dos testes com a "Pílula do Câncer".

CPI

Madalena foi o relator da CPI da Fosfo, realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo. Foram ouvidas 32 pessoas entre médicos, pesquisadores e auditores que acompanharam os testes realizados no ICESP (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), em seções semanais entre outubro de 2017 a abril de 2018. O relatório apresentou uma série de irregularidades dos agentes públicos do ICESP, que acabou por impedir a verificação científica da viabilidade da substância como alternativa ao tratamento oncológico.

O deputado é formado em Bauru, pela Faculdade de Engenharia da Unesp.