09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

É revoltante, mas há solução

Edson de Oliveira
| Tempo de leitura: 2 min

O ato perpetrado e levado a efeito por um animal irracional, desprovido de consciência, na bela cidade de Chavantes, contra uma criança inocente, indefesa, pura de sentimentos, que mal despertava para a vida, é inaceitável, reprovável.

Só mesmo uma pessoa sem religião, sem caráter, descrente de tudo e achando que não há um Tribunal Divino, onde a verdade incontestável prepondera sobre tudo, onde a mentira é esclarecida, onde a voz da consciência incriminará o culpado e absolverá o inocente, pode praticar um ato insano como aquele irracional praticou, executando com 13 facadas uma inocente criança de apenas 8 anos. Sabe-se mais o que foi feito com essa infeliz criança antes de morrer.

Graças a Deus, ele foi justiçado parcialmente. Por que parcialmente? Porque ele deveria sofrer a mesma tortura que impôs à criança. Porque se ele viesse a ser preso, teria um universo de regalias à sua disposição, como saidinhas várias vezes ao ano, visitas íntimas, banho de sol, cama, mesa e outras regalias inacreditáveis que somente leis de um país de terceiro mundo poderiam lhe facultar.

Essas leis nefastas incentivadoras do crime de todos os matizes possíveis e inimagináveis nada mais são do que escudos de proteção para o bandido frio, calculista, inconsequente e reincidente na infração, consciente de que há proteção para ele por mais bárbaro que seja o crime praticado. Essas regalias de presos têm que ser revistas urgentemente. No Japão, para citar um exemplo, o único direito que o preso tem é ficar preso, enquanto no Brasil, impera a proteção para essa corja de vagabundos que são alimentados com os impostos que o cidadão honrado paga e que além de sustentar assassinos e ladrões, servem também para fazer a fortuna de políticos desonestos, corruptos, descomprometidos com o País.

Bolsonaro, seja pulso firme, porque consertar esse País desacreditado, moralmente podre, corroído pelos vírus da sem-vergonhice, que você pegou na mão, não é tarefa nada fácil.

Encerrando, quero deixar aqui meus parabéns e meus votos de admiração aos presidiários de Cerqueira César, que tiveram um procedimento altamente elogiável. O corpo desse assassino frio e calculista deveria ter sido doado pelas autoridades a uma faculdade de medicina, assim pelo menos depois de morto teria utilidade para alguma coisa.