Com o enredo “A terra encantada de Ka’apor”, a Coroa Imperial abordou o amor e as quatro estações do ano sob a perspectiva indígena. Na madrugada deste domingo (23), a escola desfilou com 380 componentes, oito alas e três carros alegóricos, no Sambódromo de Bauru.
De um romance entre dois índios da tribo, nasceram quatro crianças: Primavera, Verão, Outono e Inverno. O casal disputou o poder e foi mandado para o céu, onde um se tornou o sol e o outro, a lua. Cada filho acabou incumbido de governar a terra por três meses ao ano.
Fundada em 1992, a agremiação carrega, em sua bandeira, as cores verde e rosa.
Antes da comissão de frente pisar na avenida, fogos de artifício aguçaram a curiosidade do público, que teve uma boa impressão.
O operador de telemarketing David Dias, de 32 anos, representou um pajé, tido como curandeiro e portador de poderes ocultos. “Este será o melhor Carnaval de todos os tempos”, garante.
No ano anterior, a Coroa Imperial conquistou o 3.º lugar.