Existem duas coisas que quando presentes em uma pessoa me decepcionam imensamente: a desonestidade e a falta de empatia.
A desonestidade por si só é a semente para muitos defeitos de causa consequente. Podemos citar: o egoísmo, a malandragem, a imoralidade e por aí vai. Já a falta de empatia considero como uma contravenção direta à Lei e Diretriz primordial pregada por Nosso Senhor Jesus Cristo: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". A injustiça tem como base a falta de empatia. Aquele "jeitinho brasileiro" de quem sempre quer levar vantagem!
"As Leis servem para os outros, mas para mim, já que ninguém está vendo... deixa pra lá!". Pensamentos individualistas e egoístas presentes nos seres que estão muito longe de alcançar um avanço espiritual e moral "básico", infantil. É necessário aprender a ser honesto primeiramente consigo mesmo, com o seu "eu"! Parar e pensar: "Isso é certo?! Se alguém fizer isso comigo ficarei em paz e acharei justo?!"
Isso é muito diferente de tolerar atitudes "injustas" como se isso estivesse certo, não é isso! Tolerar significa entender a falta de conhecimento do próximo, sua ignorância! Quem comete injustiça age com falta de empatia, não passa de um pobre coitado, ignorante, com atitudes primitivas que demonstram sua total falta de evolução.
Tratar o próximo com falta de respeito ou menosprezando-o cabe apenas àqueles que pouco conhecem o caminho para a paz interior. Quando reconhecemos que a justiça está presente em nosso tribunal íntimo da consciência, começamos a evoluir e aprimorar nossa existência material e, por consequência, espiritual.
Nosso peso existencial começa a diminuir e a felicidade e satisfação começam a estar presentes. Não precisamos travar batalhas com esses tipos de pessoas, isso não tem sentido. Esses seres acabam por sucumbir em suas próprias armadilhas, é fato!
Os que aparentemente escapam daqui no aparente lucro não têm a mínima ideia do preço a ser pago. Dividas intransferíveis, com cobrança certa e inevitável. Quando aceitamos ou participamos de algo injusto, estamos de certa forma debitando em nosso plano existencial uma dívida a ser quitada, quer queira ou não!
Quero aqui destacar a importância do sr. José de Jesus, como presidente da SB - Sociedade Beneficente, que vem se destacando pela honrosa administração dos bens públicos lá existentes.