08 de julho de 2026
Regional

Recorrência


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De acordo com o radioterapeuta responsável pela Radioterapia do HAC, Batista de Oliveira Junior, após o início dos atendimentos, o número de pessoas com esse tipo de efeito colateral diminuiu. "Os pacientes não têm reclamado mais. Percebemos uma melhora quase que imediata", comenta. Além dos ferimentos, boca seca e perda do paladar também são consequências, que podem ser potencializadas quando o tratamento é associado à quimioterapia.

As lesões prejudicam a qualidade de vida dos pacientes e aumenta o risco de infecções oportunistas. "Se não tratadas, essas mucosites podem evoluir a ponto de a pessoa não conseguir abrir a boca e beber água. Nesses casos, é necessário suspender a radioterapia e iniciar tratamento específico para a lesão." Os pacientes de cabeça e pescoço que iniciam as sessões de radioterapia são encaminhados diretamente pelo setor à laserterapia.