09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Os insólitos objetos metamórficos

Prof. Gilberto Sidney Vieira
| Tempo de leitura: 1 min

São os que chamam a atenção dos pesquisadores. Um objeto sólido, que muda sua forma nos céus. Pode dividir-se em outros objetos idênticos, mas menores. Não há explicação lógica, dentro dos padrões vigentes do conhecimento científico. Uma tecnologia intrigante. Historiadores na Antiguidade já acusavam a existência de "escudos de fogo" que se travestiam em "naves voadoras". O famigerado imperador mongol Gêngis Khan, durante uma batalha contra os chineses, viu um grande "sol" que virou "carruagem alada". Rumando para as montanhas. Em 29/6/1954, sobre Seven Islands (Canadá), James Howard, comandante de um avião da BOAC, procedente de Boston (EUA), viu vários pequenos ufos entrando e saindo das nuvens.

Lee Boyd, copiloto, a tripulação e 30 passageiros, viram os ufos. Um caça F-94 (Força Aérea Canadense) chegou rápido (defesa do país) ao local. O radar do caça acusou ufos seguidos de um maior. Depois de 12 minutos, os ufos menores adentraram o maior, que desapareceu em altíssima velocidade. Na madrugada de 29/8/82, Keith Boyer e um amigo, viajando de carro numa estrada em Central Valley (Califórnia), viram uma luz com flashes, em voo baixo, a alguns km à frente. Estrada deserta. Eram vários pequenos ufos, com névoa ao seu redor. Que se fundiram num só ufo. Este baixou para 30 m de altura, ficando mais brilhante. Os 2 entraram em pânico. Um raio de luz atingiu o carro.

De repente, como se retornassem de um sonho, quem guiava agora era o amigo de Boyer. Os 2 acordaram em guardar a verdade fática, temendo ridicularização popular. Anos depois houveram por bem revelar o contato. Durante congressos internacionais ocorridos em cidades de vários países, inclusive o Brasil, fotos de tais objetos metamórficos foram exibidas por pesquisadores ufológicos.