A Série A3 do Campeonato Paulista e o NBB12 foram paralisados. A Superliga feminina, encerrada por causa da pandemia de coronavírus. Com isso, os atletas que disputam essas competições pelas equipes de Bauru estão dispensados temporariamente dos treinamentos nas dependências dos clubes e, para não perderem totalmente a forma, realizam algum tipo de atividade física em casa durante a quarentena.
BASQUETE
Larry Taylor, ala/armador do Sendi/Bauru Basket, vem treinando em sua própria casa durante o período recluso. No condomínio onde mora há um campo de futebol no qual faz corridas. Pratica ainda flexões, abdominais, agachamentos e exercícios para dar explosão ao pular e também na piscina. Os treinos duram, em média, de 1h15min a 1h30min.
Durante a quarentena, Larry não vem fazendo nada especificamente voltado ao basquete. E sim para manter a forma física. "Para o basquete, faço exercícios de pular. Pulo com a perna esquerda. Tento com a perna direita. Coisas assim. Mas alguma coisa com a bola não estou fazendo, não", relata.
VÔLEI
A central Valquíria, do Sesi Vôlei Bauru, também vem fazendo treinamento em casa, mesmo após a temporada da Superliga feminina ter sido finalizada após a primeira fase, sem definição de campeão. Segundo ela, não é possível deixar de lado a preparação física, mesmo sem competições para disputar no momento.
Permanecendo em Bauru durante a quarentena, Valquíria tem feito caminhadas na rua e exercícios físicos. "Pela manhã, levanto cedo e caminho em torno de uma hora e meia pela rua, na avenida Getúlio Vargas. À tarde, eu tenho um amigo que é personal trainer e faço trabalho de abdominal, corrida, lançamento, agachamento. Tenho alguns equipamentos em casa", esclarece.
FUTEBOL
Outro atleta do esporte bauruense que vem tentando se adaptar às condições impostas pela quarentena é França, volante do Noroeste. Como mora em apartamento, ele utiliza as dependências do térreo de seu edifício para realizar as atividades necessárias para manter a forma física. "Faço flexões, core abdominal, subo e desço as escadas do prédio. Mais ou menos uns 40 minutos. De manhã e à tarde, como se estivéssemos treinando no Noroeste", explica.
O foco do treino de França vem sendo a parte física, para não perder totalmente a forma adquirida antes da paralisação. Entretanto, ele também faz algum tipo de exercício com a bola. "Eu fico brincando com a bola e faço alguns fundamentos. Mas só o básico, porque eu treino sozinho ou, às vezes, tem alguém para treinar comigo. É difícil", conclui.