O microempreendedor individual, de acordo com as regras, poderá contratar até R$ 12,5 mil, com carência de 9 meses e prazo de amortização de 24 meses. A taxa de juros será de 1,59% ao mês. Já as microempresas poderão contratar até R$ 75 mil, com carência de 12 meses e prazo de 30 meses. A taxa
será de 1,39% ao mês. As empresas de pequeno porte poderão contratar até R$ 125 mil, com carência de 12 meses e prazo de 36 meses. Os juros serão de 1,19%
ao mês. Conforme antecipou o jornal Folha de S.Paulo, a iniciativa foi possível graças a uma MP (medida provisória) do governo que cortou repasses a
entidades do Sistema S e, no caso do Sebrae, fez
recursos serem destinados a um fundo da própria entidade. A Medida Provisória (MP) reforçou o caixa do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe). O presidente do Sebrae, Carlos Melles, afirmou que é preciso melhorar o ambiente de crédito
e que o tamanho do programa não é o bastante para atender a demanda existente. "Não é suficiente.
Nem os nosso modelos [iniciais], de chegar a R$ 24
bilhões, eram suficientes", afirmou. Carlos Melles
diz que há negociações em andamento para ampliar o programa em parceria com outros bancos, como o
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).