Hoje, o sentimento, mas que a palavra, está em voga, também estampado literalmente no rosto da pessoas, que até poderiam esconder a identidade, mas não o medo. Como os ditados populares sempre tem uma resposta ou uma maneira de explicar as coisas, e também não querendo e, no entanto, já sendo meio chulo (isso te lembra alguém) "quem tem... tem medo".
Mas em um momento de tantos sentimentos, o que deveria prevalecer seria proteger as vidas humanas, mas aí entraria outro adágio: "dinheiro compra até amor verdadeiro". Mas se perdermos as nossas próprias vidas ou das pessoas que amamos, tudo isso cairá em um grande vazio.
Exceto aquele que tem a plena convicção que o pós-vida será muito melhor ("todo mundo quer ver Deus, mas ninguém quer morrer"), entraria aí no campo da religiosidade e de cada pessoa e o quanto damos valor às nossas vidas.
Mas entre tantos medos racionais ou aqueles instintivos, estaria localizado, não saberia dizer em qual dos lados o medo de ficar sem ter como sobreviver, sem dinheiro. Mesmo sabendo que existem meios de vida "alternativos", como aqueles que vivem nas ruas, aqueles que fazem votos de pobreza ou aqueles que já nasceram no meio dela e por vários motivos sobrevivem apenas.
Por último, aqueles que rejeitam suas próprias vidas e as tiram-nas - suicídio. Mas também penso eu que a maioria, desde a sua concepção intrauterina, luta pera continuar vivo, e o medo nada mais é que o mecanismo que muitas vezes nos tem deixado vivos, até que o perigo se vá se não de uma vez, por hora.
Mas como o mundo tem ficado inóspito, o Brasil pena também em outro sentido, o do pânico, também pelas mão que conduziam a política, esta que seria a mesma política que faria a saúde pública, tudo muito incerto e sem crédito.
Deus queira que sobrevivamos aos dois perigosos vírus, para poder então votar melhor e consequentemente, viver melhor a tão valiosa vida que nos foi dada.
Votemos!