10 de julho de 2026
Geral

Gazzetta adia apresentação de plano de flexibilização para o comércio para a próxima segunda-feira


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O prefeito de Bauru, Clodoaldo Gazzetta, decidiu adiar a apresentação de um plano de flexibilização para o comércio, denominado como “Pacto por Bauru”, que seria feita em uma live, às 19h desta sexta-feira (8), pelo Facebook da prefeitura. Agora, os detalhes da proposta serão conhecidos na próxima segunda-feira (11), no mesmo horário, informa ele.

A decisão de postergar foi tomada depois do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), estender a quarentena no Estado até 31 de maio. De acordo com o chefe do Executivo local, a ideia é analisar o documento do Estado e o da União, que nesta quinta-feira (7) publicou um decreto alterando o rol de atividade essenciais, para adequar ao de Bauru.

“Vou entender um pouco melhor as diretrizes para não correr o risco de fazer uma coisa e ter de voltar atrás”, explica Gazzetta. De acordo com ele, com a decisão de Doria, não haverá qualquer flexibilização de imediato na cidade.

Mas quando ela ocorrer e o “Pacto de Bauru” for implementado, todo mundo será responsável pela curva de crescimento da Covid-19, pelo grau de contágio, explicou ele. “Prefeitura, sociedade civil organizada e população em geral”, reitera. O pacto também apontará cinco cenários distintos, sendo o primeiro lockdown e o último a abertura completa. Atualmente, estamos no segundo, explica.

Esses cenários estão sustentados por uma fórmula matemática elaborada, nas últimas três madrugadas, pelo próprio Gazzetta, que é biólogo de formação. “Hoje à tarde, vamos ter uma reunião com pesquisadores de Botucatu sobre essa ela (fórmula)”, comenta.

Com critérios científicos e matemáticos, o plano de flexibilização também será apresentado a Doria, explica o prefeito, que não apresentou mais detalhes.

ESBOÇO

Na última terça-feira, Gazzetta apresentou aos vereadores o esboço de proposta de reabertura, que levava em consideração graus de risco, em três patamares.

No risco mais alto, estão academias, bancos, casas lotéricas, estabelecimentos de saúde, mercados, farmácias, igrejas, restaurantes e transporte de passageiros. No moderado, estão cabeleireiros, escritórios, hotéis, indústrias, padarias, construção civil e sorveterias, por exemplo. São considerados de risco leve as lojas de material de limpeza, postos de combustível, lojas de material elétrico, serviços automotivos, lojas de produtos agropecuários e casas de ração, e também serviços de food truck, entre outros.