Nova York - Defensores de causas racistas estão sendo acusados por autoridades de estimular a destruição e a violência em meio aos protestos que tomaram os EUA após a morte de George Floyd.
Os atos tem como principal objetivo a crítica ao racismo e à violência policial contra os negros no país.
VIA REDE SOCIAL
O Twitter disse nesta terça (2) ter removido uma conta que se identificava como antifascista e que defendia o uso de violência nos atos, mas era na verdade controlada por um grupo que defende a supremacia branca.
O Twitter disse que também apagou outras contas que promoviam a violência nas ruas e eram ligadas a movimentos que se identificam como "identitários", pois defendem que os brancos protejam sua identidade racial, mas na prática realizam ações racistas.
INFILTRADOS
Autoridades também deram declarações sobre a presença de brancos em meio a cenas de violência. Em Seattle, a prefeita Jenny Durkan disse temer que os negros acabem culpados pela confusão causada pelos brancos.
Em Pittsburgh, um homem branco foi preso ao ser flagrado quebrando vidros de uma viatura policial. Identificado como Brian Bartens, 20, ele usava uma bandana com o símbolo de um movimento pela libertação dos animais.