09 de julho de 2026
Nacional

Ativista Sara pede 'liberdade imediata'

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

Brasília - Os advogados da extremista Sara Giromini, a Sara Winter, uma das líderes do grupo bolsonarista '300 do Brasil', entraram com habeas corpus no Supremo Tribunal Federal pedindo a liberdade imediata da militante. A Polícia Federal prendeu Sara na manhã do dia 15 no âmbito do inquérito sobre a organização de atos antidemocráticos.

Os advogados de Sara Giromini alegam 'ilegalidade' em seu decreto de prisão temporária.

A defesa argumenta ainda 'ausência dos pressupostos da prisão temporária' e diz que não teve acesso aos autos.

Uma das advogadas que assina o HC, Renata Tavares, afirmou que a bolsonarista 'foi vítima de uma prisão política'.

"A paciente é uma cidadã brasileira, que expressa sua opinião (e crime de opinião, ainda não é crime), não possui qualquer cargo ou função pública que a designasse para a aplicação de quaisquer atos ou murmúrios da Suprema Corte brasileira", dizem os defensores de Sara, que alegam ainda que ela é mãe.