O chefe da Mercedes, Toto Wolff, comentou a postura dos bastidores da Fórmula 1 em relação às chances do Grande Prêmio do Brasil ocorrer neste ano. "Olhando agora, você não pode imaginar que iríamos para lá", afirmou. Wolff revelou que Chase Carey, chefe da F1, não está otimista. "Ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para lá. Eles são muito cuidadosos e não iriam lá se isso representasse um risco para o nosso povo", disse.
A organização do GP do Brasil respondeu Wolff. "A evolução da pandemia em São Paulo não é diferente do que ocorre na Inglaterra ou na Itália. A organização do GP Brasil acompanha a situação e mantém a comissão médica da FIA atualizada. As decisões saem de lá, e não de dirigentes de equipes", disse o promotor Tamas Rohonyi.
Chase Carey afirma que a F1 aguarda o andamento da pandemia. "Quando você olha para Estados Unidos, México e Brasil, percebe claramente agora que eles parecem ter incidência maior de infecções do que em outros lugares. Precisamos saber: podemos correr nestes locais? Haverá restrições à nossa capacidade de entrar e sair de um local de maneira funcional?", conclui o chefe da F1.