A mulher sai do prédio e o porteiro demora para abrir o portão, ele não sabe quem é ela, apesar de serem pronomes pessoais tão próximo , que dizem até serem pessoais do caso reto sem um caso direto entre eles ou entre si? Ela não o atormenta com o portão, mas ele está com o medo da demissão, palavra que parece não ser de missão! Segundo as regras, se é que existam, há subordinantes e subordinados, os mandantes e os mandados! Mas quem falou que isso é lei? Os pais e mães, os "pães", serão sempre subordinados, quando têm os filhos ou os filhos os têm pensam que são mandantes, mas por amor e delírio e hipnose freudiana, são mandados!
Creio que saiamos de casa ou do óvulo para mandarmos em alguém e quando não conseguimos mandar, mandamos para vários lugares e palavrões, não é questão de saber quem é quem ou quem manda mais, é questão de saber por que mando ou por que sou mandado! A arrogância, disciplina presente em cursos durante o percurso, fez pessoas do direito sem dever ou do dever sem direito acharem que mandam e desmandam em um país sem mando, somente em um sonhado desmando!
Em plena pandemia, temos um pescoço pisoteado por um alguém que se acha o cabeça sem a cabeça, um cara que pensou ser o cara não querendo pôr na cara a máscara, tiros que pensam ser retiros, não há o acima, somente nos enganaram com a hierarquia que nem conhece a prima anarquia, a melhor das parentes, sem entes par! E pensar que pensamos em igualdade sem termos nada igual, não é só questão de saber quem é quem e sim por que quem quer ser mais que quem! Há tempos, pensando que o nada é tudo, carteira-se por todos os lados, usa -se o cargo, a posição sem posicionamento. Há alguns desses caras, que se dizem com vergonha na cara, para reunirem todos os políticos e fazerem um Brasil repartido sem partido?
Arrogantes de depois e do antes, aguardo-os para me questionarem com o tradicional "você sabe com que você está falando?" Pensarei se ainda sou eu para tentar ser você!
Também achei um dia que o mundo era meu, só meu, mas quando abri o pacote da bolacha, para ficar com todas as grudadas esferas, a última, que um dia sonhou ser primeira, rachou-se ao meio, parecia o mundo, o igual se fez, e o recheio? Ficou na mente dos de mentes e não dos dementes!
O autor é professor em Bauru