07 de julho de 2026
Atitude

Tomar vacina é vital

Claudinei Queiroz
| Tempo de leitura: 1 min

Desde que o Ministério da Saúde instituiu o Plano Nacional de Imunizações, em 1973, várias doenças infecciosas, como poliomielite, coqueluche, difteria, varíola e sarampo, responsáveis por grande parte das mortes no Brasil, foram sendo controladas e, algumas, como a poliomielite, erradicadas. O sucesso dessas campanhas de vacinação (confira abaixo) está ligado diretamente à aceitação das pessoas. No entanto, ainda há muitos que são contra vacina, que se recusam a ser vacinados ou levar os filhos para serem imunizados. Um dos motivos alegados é que a vacina é produzida com toxinas e componentes dos micro-organismos que causam a doença. "São questões religiosas, ideológicas e crenças erradas de que não precisa de vacinação", afirma Lessandra Michelin, infectologista e diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia. "Historicamente, temos vários exemplos de vacinas que mudaram o curso de doenças, como a poliomielite ou o sarampo, que eram doenças que matavam ou que deixavam sequelas com sérias preocupações de saúde pública", diz Gustavo Mendes, da Anvisa. "As vacinas, no cenário da saúde, são muito importantes."