09 de julho de 2026
Nacional

País ultrapassa 140 mil mortos

Agência Brasil
| Tempo de leitura: 2 min

Brasília - O País ultrapassou nesta sexta-feira (25) 140 mil mortes pelo novo coronavírus ao registrar 729 novos óbitos nas últimas 24 horas. No total, são 140.537 mortes desde o início da pandemia. As informações foram divulgadas no início da noite desta sexta-feira (25) pelo Ministério da Saúde. Foram 31.911 os casos novos confirmados entre ontem e hoje, totalizando 4.689.613 infectados pela Covid-19. 

Ainda conforme o boletim, o número acumulado de mortes em razão da pandemia chegou a 140.537. Entre quinta (24) e sexta (25), os novos óbitos registrados pelas secretarias estaduais de saúde totalizaram 729, mantendo a média abaixo dos 1.000 diários das últimas semanas.

As autoridades de saúde ainda investigam se 2.430 falecimentos ocorreram em decorrência da doença. Ainda de acordo com a atualização, 508.127 pacientes estão em acompanhamento. O número de recuperados chega a 4.040.949. Isso representa 86,2% do total de infectados pelo novo coronavírus.

UTIs

Aumentou de 15 para 17 o número de Estados em que a taxa de ocupação de unidades de terapia intensiva para Covid é considerada de alerta baixo (menor que 60%) no boletim Observatório Fiocruz Covid-19, divulgado nesta sexta-feira (25). Por outro lado, a disponibilidade de vagas é considerada crítica (maior que 80%) na capital Rio de Janeiro e no estado de Goiás.

Segundo levantamento, que se baseia em dados obtidos em 21 de setembro, o município do Rio de Janeiro atingiu uma taxa de ocupação de 86% nos leitos de UTI para covid-19, a maior do país na data analisada. Já em Goiás, o percentual chegou a 84,7%.

De acordo com a Fiocruz, a pesquisa utiliza dados do município do Rio de Janeiro porque o Estado do Rio de Janeiro é a única unidade da federação a não disponibilizar a taxa de ocupação de leitos em seu painel público de dados.

A cidade do Rio e o Estado de Goiás já apresentavam situação considerada crítica no boletim anterior, mas os percentuais se agravaram no estudo divulgado hoje. Em Goiás, o percentual era de 81,9% anteriormente e subiu 2,8 pontos percentuais. Já no Rio de Janeiro, havia ocupação de 82%, que aumentou 4 pontos percentuais.  

A pesquisadora Margareth Portela, integrante do observatório da Fiocruz e especializada em estudos sobre a utilização, qualidade e custos de serviços de saúde, recomenda que as localidades em situação crítica não devem adotar mais medidas de flexibilização. "Há um risco, porque mudanças podem se dar de uma forma muito rápida", alerta ela, que avalia que a situação geral com 17 estados na classificação verde, é a melhor já observada, mas a do Rio é de "muita preocupação".