10 de julho de 2026
Nacional

Após minimizar pandemia, Bolsonaro trata de combate a ela

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

Brasília - Pouco depois de dizer que a pandemia foi "superdimensionada" no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro reuniu-se nesta quarta-feira (14) com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para discutir as ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

Antes do encontro, Bolsonaro afirmou em evento que Pazuello tem feito um "trabalho excepcional". A conversa com o ministro da Saúde, que durou 1 hora e 35 minutos, teve como foco a disponibilização de uma vacina "segura e eficaz" contra a Covid.

A agenda incluiu os presidentes dos Conselhos Nacionais de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Wilames Bezerra, além de secretários do ministério.

A médica Socorro Gross, representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) no Brasil, também acompanhou o compromisso. A Opas atua como escritório regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

'VOADORA'

Uma semana após dizer que acabou com a Lava Jato por não haver mais corrupção em seu governo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira (14) que, se alguém andar fora da linha em sua gestão, levará "uma voadora no pescoço".

Em conversa com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, o presidente tocou no assunto ao informar à claque que a Polícia Federal estava realizando uma operação em Roraima. "Ah, acabou a Lava Jato, pessoal? A PF está lá em Roraima ...No meu governo, não tem porque botamos gente lá comprometida com a honestidade, com o futuro do Brasil", e acrescentou o que faria caso encontrasse algum caso de corrupção em seu governo. "Se acontecer alguma coisa, a gente bota para correr, dá uma voadora no pescoço dele. Mas não acredito que haja no meu governo".